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PREPARADOS PARA ATENDE-LO EM QUALQUER UM DOS SEGUINTES PROCEDIMENTOS:

Blefaroplastia

Blefaroplastia

Cirurgia com fins estéticos e oftalmológicos, é indicada para quem tem excesso ou flacidez na pele das pálpebras, bolsa de gordura na pálpebra inferior, queda da pálpebra por causas musculares ou em função do excesso de pele. Através do procedimento são eliminadas as bolsas de gordura, rugas e flacidez, rejuvenescendo a região em torno dos olhos. A Blefaroplastia é realizada com anestesia local e sedação. Antes da cirurgia, é recomendado que o paciente não fume e evite medicamentos à base de ácido acetilsalicílico ou qualquer medicação com efeito anticoagulante por, pelo menos, 15 dias antes da data do procedimento.

Cirurgia anti-glaucomatosa

Cirurgia anti-glaucomatosa

Quando o uso de colírios não for eficiente para o controle do glaucoma esta cirurgia é indicada. Com a cirurgia, reduz-se a pressão intraocular, evitando lesões graves no nervo óptico. Existem diversos tipos de procedimentos geralmente realizados com anestesia local, sendo a trabeculectomia o mais comum, que consiste na criação de um tubo para drenar o líquido interno do globo ocular, direcionando-o para uma bolha externa. Desta forma, o excesso de líquido é escoado pela válvula quando a sessão ocular atinge níveis acima do ideal. Caso haja inflamação, infecção ou não se obtenha o resultado esperado, pode ser necessária a realização de outros procedimentos cirúrgicos de reparação.

Ectrópio

Ectrópio

É o nome dado quando o bordo da pálpebra se dobra para fora, geralmente na pálpebra inferior, afastando o bordo palpebral do globo ocular. Dessa forma, as pálpebras são incapazes de se fechar corretamente e as lágrimas não se espalham pelo globo ocular. O ectrópio ocorre mais comumente em idosos, mas em casos específicos pode atingir também os mais jovens, comprometendo a qualidade de vida e podendo comprometer a visão com a exposição do terço inferior do olho, além de causar desconfortos como lacrimejamento, irritação no olho ou na pálpebra, ceratite punctata superficial e espessamento e hiperemia conjuntiva. O tratamento definitivo para o ectrópio é através de intervenção cirúrgica, onde é realizada uma ressecção a fim de provocar o encurtamento palpebral, reposicionando a margem palpebral.

Entrópio

Entrópio

Ao contrário do ectrópio, o entrópio é quando o bordo da pálpebra se dobra para dentro, contra o globo ocular. Neste caso, as pestanas roçam o olho, podendo resultar numa ulceração, sensação de corpo estranho, lacrimejamento, olho vermelho e cicatrização da córnea. O entrópio ocorre mais comumente nos idosos devido ao enfraquecimento dos músculos detratores da pálpebra inferior. O tratamento definitivo para o entropio é através de intervenção cirúrgica, onde são reforçados os detratores da pálpebra inferior.

Estrabismo

Estrabismo

A patologia oftálmica consiste no desalinhamento dos olhos, e geralmente tem início na infância, mas pode ocorrer durante a vida adulta. O estrábico pode desenvolver distúrbios psicológicos, sociais e econômicos relacionados ao desvio ocular, e problemas de auto-estima e desenvolvimento social. Além disso, a forma de ver também é comprometida pois o estrábico enxerga de forma diferente. Enquanto na visão binocular normal, ambos os olhos fixam o mesmo ponto e a porção visual do cérebro funde as duas imagens em uma só, quando um dos olhos desvia, duas imagens diferentes são enviadas ao cérebro. Quando a cirurgia é indicada, quanto mais cedo for realizada, maiores as chances de obter a visão binocular normal. Dependendo do caso, pode ser necessário realizar mais de uma intervenção cirúrgica para reparo.

Exerese de tumores oculares

Exerese de tumores oculares

Exérese de tumor de conjuntiva é a remoção cirúrgica de um tumor na mucosa que reveste o olho e/ou pálpebras, que podem ser benignos ou malignos. A exérese de um tumor de conjuntiva pode variar bastante dependendo do caso, mas geralmente o procedimento é realizado com uma margem de segurança de 2mm e, havendo necessidade, pode ser feito o congelamento das margens do tumor. O material retirado deve ser, obrigatoriamente, enviado para análise histopatológica a fim de determinar qual o tipo de tumor, dado de suma importância para seguir o tratamento.

Exerese de pterígeo

Exerese de pterígeo

O pterígio é uma alteração na membrana transparente do olho (conjuntiva) e pode ocorrer por diversos motivos, desde hereditariedade até a exposição excessiva a agentes irritadiços como praia, poluição, ar condicionado, etc. Normalmente, o paciente com pterígio se queixa de olho vermelho, sensação de areia nos olhos, corpo estranho, e em casos mais avançados há queixas de irritação ocular frequente, como ardência, queimação, coceira e ressecamento ocular. Para a correção efetiva é necessário intervenção cirúrgica, com o uso de colírio para anestesia local e duração aproximada de 15 a 20 minutos. O paciente deverá repousar das atividades físicas durante três a cinco dias e evitar banho de mar ou piscina durante três semanas a um mês, além do uso de colírio durante um mês, quando terá alta completa.

Facectomia com implante de lente intra-ocular (técnica: facoemulsificação)

Facectomia com implante de lente intra-ocular (técnica: facoemulsificação)

Por meio da facoemulsificação, a catarata é removida com uma cirurgia de pequena incisão. Com anestesia local através de colírios e sedação, faz-se uma incisão em degrau de cerca de 2.5mm na esclera ou na córnea clara e, com o ultra-som, a catarata é fracionada em partículas microscópicas para, então, ser aspirada. Para compensar a remoção do cristalino, é implantada uma lente intra-ocular, que é definitiva. O procedimento é rápido levando, em média, 15 minutos para ser concluído. Uma vez removida, a catarata não voltará.

Facectomia com implante de lente intra-ocular (técnica: extracapsular)

Facectomia com implante de lente intra-ocular (técnica: extracapsular)

Indicada em alguns casos específicos, a cirurgia é realizada através de uma incisão no olho entre a córnea e a esclera, e em seguida é aberta a parte da frente da cápsula do cristalino, ficando intacta a parte posterior. A partir disto, é retirada a parte central da catarata e logo em seguida são retirados os restos mais moles (córtex da catarata), através de sucção com aparelho microscópico. Após este procedimento, é implantada a lente intraocular para substituir o cristalino, e para finalizar são feitos pontos para fechar o local da incisão.

Implante de lentes intra-oculares monofocal esférica

Implante de lentes intra-oculares monofocal esférica

Lente com óptica normal calculada para a correção do grau para longe ou para perto;

Implante de lentes intra-oculares monofocal asférica

Implante de lentes intra-oculares monofocal asférica

Lentes de espessura não muito grossas, com grau semelhante em toda a sua superfície, melhorando o contraste e a visão noturna. Tecnologia muito semelhante às de câmeras fotográficas de alta definição e utilizadas no telescópio Hubble.

Implante de lentes intra-oculares monofocal tórica (para correção do astigmatismo)

Implante de lentes intra-oculares monofocal tórica (para correção do astigmatismo)

Lentes com curvaturas distintas, calculadas para compensar astigmatismo corneano;

Implante de lentes intra-oculares multifocal Restor

Implante de lentes intra-oculares multifocal Restor

Lente difrativa que utilizam pequenos degraus na lente para difundir a luz que posteriormente se reunirá em vários pontos focais;

Implante de óleo de silicone

Implante de óleo de silicone

Técnica muito usada em procedimentos onde há descolamento da retina, como a Vitrectomia, é necessário seu uso para preencher o olho a fim de manter a retina colada. O óleo de silicone tende a flutuar dentro do olho e essa sua característica é usada para empurrar a retina para o lugar. Após a cirurgia, o médico informará ao paciente qual a melhor posição para se manter a cabeça para obter o maior contato do óleo com os defeitos da retina. Dependendo do caso, poderá ser exigida a remoção cirúrgica do óleo de silicone mais à frente.

Implante secundário de lente intra-ocular

Implante secundário de lente intra-ocular

Nos anos 1980, as cirurgias de catarata eram realizadas sem o implante das lentes intra-oculares, e as mesmas eram compensadas com o uso de óculos de altíssimo grau, sendo necessária uma segunda cirurgia para o implante das lentes intra-oculares. Com o tempo, houveram muitas mudanças nas técnicas e aplicações tanto de segurança quanto de qualidade das lentes. Com este implante, o paciente pode trocar suas lentes antigas pelas mais modernas e seguras, e eliminar de vez o uso dos óculos.

Ptose

Ptose

É a queda da pálpebra superior que, além do comprometimento estético, pode diminuir o campo de visão. A origem da ptose pode ser congênita ou adquirida, e em ambos os casos é corrigida com cirurgia. O procedimento é realizado com anestesia local e sedação e o pós-operatório é muito simples. A intervenção cirúrgica é contraindicada nos casos em que a ptose for transitória, decorrente de doenças sistêmicas.

Recobrimento conjuntival

Recobrimento conjuntival

Este procedimento trata uma complicação pós-cirúrgica e é uma excelente indicação emergencial para se cobrir uma úlcera ocular e preservar o olho, curando-a na maioria dos casos.

Retinopexia por introflexão escleral ou pneumática

Retinopexia por introflexão escleral ou pneumática

Este procedimento cirúrgico é realizado a fim de posicionar a retina em seu lugar habitual. A cirurgia é realizada através de uma faixa ou banda de silicone sobre a esclera com a intenção de empurrá-la em direção a retina para que ela se posicione ao seu leito habitual. A cirurgia dura, em média, de 1 a 2 horas, e é realizada com anestesia geral ou sedação.

Sutura de córnea e conjuntiva

Sutura de córnea e conjuntiva

A sutura é um procedimento que visa restaurar a integridade da córnea e da conjuntiva por meio de fios de suturas (fios costurados). Os pontos deverão ser retirados pelo médico e leva-se normalmente um mês para retirá-los.

Transplante de conjuntiva

Transplante de conjuntiva

O transplante de conjuntiva substitui a conjuntiva doente por um enxerto de conjuntiva saudável, que pode ser do próprio paciente ou de outro paciente compatível. É indicado em casos de pterígio, tumores conjuntivais, úlcera vernal, entre outros, e é realizado sob anestesia local.

 

Vitrectomia anterior

Vitrectomia anterior

Este procedimento é realizado através do segmento anterior, através da córnea. Normalmente é realizado em complicações decorrentes de cirurgias de catarata, quando há ruptura da cápsula posterior, e acaba removendo pequenas porções do vítreo.

Vitrectomia Via Pars Plana

Vitrectomia Via Pars Plana

Este é um termo geral para designar um grupo de operações oculares realizadas na cavidade vítrea, visando a remoção de parte ou totalidade do vítreo.

Xantelasma

Xantelasma

O xantelasma é a formação de pequenas bolsas de gordura sob as pálpebras e não interferem na visão. São frequentes em idosos e pessoas com colesterol alto no sangue, e variam de tamanho desde muito pequenos até maiores que 3 centímetros de diâmetro. O xantelasma pode ser um sinal de alguma doença que causa o aumento de lipídio no sangue como diabetes, pancreatite, hipotireoidismo, entre outros. A remoção do xantelasma é de cunho puramente estético e, dependendo do caso, pode voltar após a cirurgia, mesmo com os índices de colesterol no sangue estando normais.